Armas
Vencedor absoluto no plebiscito das armas, povo contra o
governo petista, com medo do povo armado, não submisso, pois, as suas vontades,
tratou de regulamentar o assunto.
A lei do desarmamento, contra a vontade popular, liquidou
o assunto progresso de anos, para a construção de um Brasil grande.
O Foro de São Paulo, que visava o comunismo em toda a
América Latina, exigia a medida defensiva.
Governos tirânicos detestam povo armado.
Que fizeram?
Através do Estatuto das Armas, estabeleceram normas para a compra ou a
manutenção de uma arma de fogo na residência de cada brasileiro, quase
impossível de existir. Certidões em cima
de certidões são exigidas para a compra de uma simples espingarda de
cartuchos. Se for revólver, pistola ou
carabina, a coisa fica mais tenebrosa. Até mesmo um armeiro experimentado vai
precisar de certificado da polícia federal que comprove sua capacidade.
A Polícia Federal, cansada de cumprir missões que não são
dela, já não liga mais para o assunto.
Certo que deve haver um controle de armas no país, mas nunca uma tirania
sobre renovações, com taxas caríssimas. O registro antigo, onde bastava a
inscrição na Secretaria de Segurança, é eficaz e durou até o bolivarianismo
implantado no país.
O calibre das armas também é importante. O famoso ‘tresoitão’ (há quem use a gíria
mencionada com a letra z), calibre trinta e oito, limite para armas de mão, não
se justifica. Deveria ser o magnum. 357, bem mais eficiente para revólveres, ou
mesmo a quarenta e cinco, para pistolas.
Não se justifica, na verdade, é a posse de armas de assalto,
como rifles militares automáticos. O
civil, como o nome diz, não é soldado.
Que se mantenha a compra e posse da carabina trinta e oito, fabricada no
Brasil e de eficiência comprovada.
No mais, qualquer cidadão que prove a necessidade de andar
armado, sem muita burocracia, deveria ter seu porte de armas concedido.
Não somos mais bolivarianos. Não chegou a hora de revermos tudo isso? A Constituição garante este direito. Se o marginal
sabe que o cidadão vai reagir, ele desiste. Ele sempre é covarde.
Com a palavra o senhor presidente da República.






