quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Livro digital

                                      

            Não posso deixar de conhecer, ler e publicar, a modalidade mais atual que temos, o livro digital.
            Certo que ele não veio para substituir o velho e tradicional impresso em celulose, como o jornal jamais será trocado pela informação da internet.  Todos têm a sua função e importância.
            No meu trabalho diário sempre lidei com o ato de escrever.  Como advogado, procurador do município de Niterói e escritor amador, que sonhava com o Prêmio Walmap, o maior da literatura brasileira, patrocinado na época pelo Banco Nacional de Minas Gerais, com publicação em grande escala dos vencedores, além de expressiva quantia em dinheiro paga aos escritores.  Para dar um só exemplo, um deles foi Lêdo Ivo, com “Ninho de cobras”.  Não temos mais nenhum hoje que se iguale.  Para se ter uma ideia melhor, o último júri do concurso era formado por Guimarães Rosa, Antônio Olinto e Jorge Amado.
            O livro digital veio para ficar.  Apanhei contos e crônicas, fiz uma seleção um tanto aleatória e enviei para a editora.  A aprovação é rápida.  Quem vai dizer se tem ou não qualidade não é um avaliador, quase sempre suspeito, de uma editora invariavelmente comprometida com o dinheiro, suspeita, suspeitíssima.  Quem julga é o alvo da publicação, que geralmente não erra.
            “Contos e crônicas selecionadas”, num total de dezenove peças contidas em oitenta e uma páginas, pode ser lido sem nenhum pagamento, no site da editora.  Querendo comprar o livro físico, basta solicitar na mesma.
            O link para a leitura é http://www.bookess.com/read/14373-contos-e-cronicas-selecionadas/ .   

10 comentários:

Caio Martins disse...

Pois, Jorge! Boa iniciativa, de vez que quando o trabalho é bom, todos os caminhos a ele se legitimam. Muito bom! Forte abraço!

Marco Bastos disse...

Prezado amigo.
Já conversamos que trocar o dia pela noite, vem a ser um privilégio (ou uma conquista da idade rs.) E é um privilégio ter na madrugada bons escritos pra se ler. Seu estilo já conheço, e algumas crônicas e contos também já conhecia. Pra mim poesia é síntese, metáfora e estranhamento. E é isso que encontro em seus textos que agradam tanto - sejam contos, sejam crônicas. Além disso, lembro-me que você gostou bastante da Chapada Diamantina e ao reler Conservatória identifico as suas razões - aqui não temos a sofisticação dos hábitos e da cultura que há por lá, mas o clima, o clima e os traços são os mesmos. E não me estendo mais (estou procurando me corrigir, rs) e finalizo agradecendo pelas boas letras nos vários contos que li de madrugada. Parabéns pela iniciativa e pela boa apresentação do livro virtual. abraços.

Célia Rangel disse...

Olá, Jorge! Querendo ou não, a modernidade impera. Diversidade de meios de comunicação. Ou nos adaptamos, ou cairemos no esquecimento, e o pior sendo engolidos por "uns e outros", que fugiram de muitas aulas de alfabetização... Precisamos ser o foco de boas leituras. As suas, sempre me deixam lições e reflexões de vida! Prossiga!
Abraço, Célia.

Anderson Fabiano disse...

Bom dia, Jorjão,

Taí um assunto que ainda não aprendi a me posicionar. Quer como autor, quer como editor.

Sou um dinossauro, eu sei. Estou em extinção, também sei. Mas, não consigo ficar diante de um monitor lendo, lendo e lendo. Ainda prefiro minha velha poltrona, minha velha varanda ou ficar me virando na cama, buscando sempre uma nova posição para segurar aquela coisa velha, sem graça chamada livro e me deliciando em viagens secretas embaladas pela competência do autor.

Por ser seu fã de carterinha, prometo tentar, mas, não prometo gostar.

Pelos amigos tudo. Sempre!

Meu carinho,

Anderson Fabiano

Rita de Cássia Zuim Lavoyer disse...

Sucesso na sua nova empreitada! É isso daí! Não podemos fugir das coisas novas que, logo logo estarão ultrapassadas. Abração!

IDERVAL TENÓRIO disse...

Amigo Jorge , mais uma inovação para propagar a cultura, se os leitores não vão aos livros , que os livros vão até os leitores. Esta é a minha opinião. Outro fator importante é que , mesmo que publique um , dois ou mais livros, o autor de hoje não vive dos seus livros, salvo, seja profissional do livro. A cultura é responsabilidade dos mais informados e este têm as suas profissões. Parabens e é assim que se atinge que leitor.Iderval.

petuninha disse...

Jorge,
tudo o que é inovação, deve ser experimentado, caso nos agrade.
Vc. fez muito bem!
Vou ler, certamente gostarei.
É do momento!
Sucesso,
Beijossss

Carmem Velloso disse...

Experiência válida, Jorge.
Autores têm necessidade de cominicação imediata com o povo leitor.
Está ótimo seu livro, variado, agradável, gostoso de ser lido.
Parabéns.
Abs. Carmem

marcia disse...

Jorge,está no caminho certo..
Essa leitura digital,é uma opção para quem não tem condição de comprar livros...
Os leitores da nova geração agradecem...
Bjus

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Parabéns, Jorge, por mais um sucesso - agora nos domínios digitais. Meu físico abraço!