segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Títulos

















Títulos

Existe uma gritaria geral pelos fatos de Lula ter recebido o título de doutor honoris causa, primeiro em Coimbra e agora em Paris.
O outro protesto é com Ronaldinho Gaúcho, condecorado com a medalha Machado de Assis, pela Academia Brasileira de Letras.
Não entendo o motivo de serem atacados. Lula foi agraciado pela luta no combate à fome, mas leia-se que em Paris foi a venda pretendida pelos caças Rafale mesmo. O dinheiro não apareceu até agora, por medidas econômicas. Talvez um título de doutora a Dilma resolva o problema.
Ronaldinho mereceu a medalha pelos “bons serviços prestados à seleção brasileira.”
Ambos estão sofrendo sérias censuras pela imprensa e grande parte do povo.
Ora, nem um nem outro têm culpa se os reitores das universidades ou o presidente da ABL tomam estas atitudes. Foram agraciados? Mãos nos títulos e medalhas, ninguém dispensa um mérito de valor.
No caso de Lula, sempre existe desconfiança do interesse econômico.
Mas Ronaldinho não se enxerga motivo nenhum.
O Brasil é difícil de ser entendido.

13 comentários:

Mari Amorim disse...

É verdade,meu amigo...
Boas energias,excelente semana!
bjs

Rita Lavoyer disse...

Vixi! Isso sempre gerou e sempre vai gerar polêmicas em todos os cantos do mundo. Até dentro de casa há ciúmes entre os filhos por causa dos pais - e isso nem dá fotografias - calculo quando os flashs estão ativados! Se não gerasse discussões, a premiação teria o mesmo peso?
Valeu!

Mardilê Friedrich Fabre disse...

Pois é, para entender as "premiações", sejam quais forem, há que entender os motivos que levam a um prêmio. Talvez o que Lula e Ronaldinho fizeram,tornando-os conhecidos por ações relevantes que tornaram o Brasil conhecido positivamente tenha sido o que que os premiou. Abrs. Mardilê

Marcia disse...

Crônica verdadeira Jorge...bjus

lino disse...

A isso aqui chama-se dor de corno! E o povão vai atrás do que ouve nas televisões dos ricos.
Abraço

Caio Martins disse...

Pois, seu Jorge... Dizia o Rui Barbosa, que "de tanto ver triunfarem as nulidades" etc. há um século atrás. Não por acaso tais círculos perderam credibilidade ao premiarem oportunismo e grana, em detrimento da qualidade literária enquanto categoria.
O idioma e a literatura que se estrumbiquem... O negócio é faturar, nem que seja com os cornos.
Abração e, quando não se pode mais morder, há que contentar-se em latir...

cristinasiqueira disse...

Situações de inversão de valores.Como diria minha avó:-Fazer o que,feito esta.

Boa semana Jorge e concordo com o Caio,é melhor latir se não dá para morder.

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Os "Honoris Causa" do Lula ainda vá lá, mas a honraria da ABL para o Ronaldinho realmente não tem nada a ver. Não encontro nexo algum nisso. Mas tudo pode nesse Brasil-sil-sil...
Abraços, Jorge.

Espelho disse...

O nosso Menino Brasil um dia tomará o seu lugar de Homem! E fará exatamente tudo com nexo...
Brilhante comentário amigo!
Um beijo
Mel

Eliana disse...

Certíssimo Jorge!

Fica com Deus, tenha uma ótima noite!!! Beijos

Fanzine Episódio Cultural disse...

A ACADEMIA MACHADENSE DE LETRAS (Machado-MG) comunica que estão
abertas as inscrições para o VIII Concurso Plínio Motta de Poesias, do
ano 2011. As inscrições vão até o dia 2 de novembro de 2011.
Entrem em contato para adquirir o Regulamento:
a/c Carlos Roberto machadocultural@gmail.com
ESTE CONCURSO ESTÁ ABERTO PARA TODOS!

OBS: O VALOR DA INSCRIÇÃO ( 2 REAIS) PODE SER COLOCADO DENTRO DO ENVELOPE COM AS 6 CÓPIAS DA SUA POESIA.

Eliana disse...

Oi meu amigo Jorge, passando rapidinho só para te desejar... UM ÓTIMO DIA!!! Beijos

Anderson Fabiano disse...

Bom dia, Jorjão!

Ando meio em falta com você, mas, um cateterismo meio às pressas andou bagunçando minha agenda. Desculpe, parceirinho.

Quanto a sua crônica, você bem sabe minha opinião sobre o assunto e até me brindou com um comentário (generoso como sempre) lá no meu blog (http://anderson-fabiano.blogspot.com/2011/09/ronaldinho-gaucho-e-machado-de-assis.html).

Vejo um claríssimo interesse político nas duas situações e já dei meu grito de protesto, mesmo sem perceber que minha indignação de intelectual fazia de mim um corno. KKKKK

Êta, Brasilzinho...

Meu carinho, parcerinho,

Anderson Fabiano